top of page

Informação Completa

A GREVE DOS PROFESSORES DA UEPA É APOIADA PELO MANDATO COLETIVO DA VEREADORA PROFESSORA SÍLVIA LETÍCIA

Atualizado: 8 de jun.


Imagem: Info.Revolução/ Discurso Vereadora Professora Silvia Letícia

A greve dos professores da Universidade do Estado do Pará (UEPA) tem gerado significativa mobilização e debate no estado do Pará. Iniciada em maio de 2024, a paralisação foi motivada por uma série de reivindicações da categoria, que incluíam reajuste salarial, melhores condições de trabalho e a valorização profissional dos docentes.


Os professores argumentam que estão há anos sem reajuste salarial, levando a uma perda considerável do poder de compra frente à inflação acumulada. Além disso, destacam a precarização das condições de trabalho, com salas de aula superlotadas, falta de materiais didáticos e infraestrutura inadequada.


Imagem: Info.Revolução

Essas condições estruturais estão diretamente ligadas a qualidade do ensino oferecido pela instituição.


O sindicato dos professores da UEPA (SINDUEPA), à frente das negociações, busca um diálogo com o governo estadual para tratar das demandas apresentadas. Contudo, até o presente momento, as conversas não resultaram em um acordo satisfatório. Em resposta, a Secretaria de Estado de Planejamento e Administração – SEPLAD alega dificuldades orçamentárias, mas reafirma o compromisso de encontrar uma solução que contemple as necessidades dos professores e garanta o retorno das atividades acadêmicas.


A greve tem impactado milhares de alunos em todo o estado do Pará, uma vez que a UEPA possui campi em várias cidades paraenses. Os estudantes, embora compreendam as razões da paralisação, estão preocupados com o calendário acadêmico e a continuidade dos seus cursos.


Para tentar contornar a situação, o governo do estado propôs a criação de uma mesa de negociação permanente e sugeriu algumas medidas paliativas, como o reajuste de auxílio alimentação. No entanto, essas propostas foram consideradas insuficientes pelos grevistas.


A sociedade civil e outras entidades como o Mandato Coletivo da Vereadora Professora Sílvia Letícia, têm manifestado apoio aos professores, reconhecendo a importância da valorização do magistério para a melhoria da educação no estado. Ao mesmo tempo, pressionam por uma solução rápida para que o ano letivo não seja ainda mais prejudicado.


Imagem: Info.Revolução

Na segunda-feira (03) a Vereadora participou do Ato de Greve na UEPA “A greve é uma luta justa por conta da defasagem salarial que existe na carreira dos professores da Universidade Estadual. A greve é principalmente para aumentar o financiamento de investimentos públicos na universidade estadual, garantindo a valorização salarial e garantindo melhorias na estrutura da universidade para dar conta de atender essa demanda tão importante. Um terceiro elemento é que o governo propôs uma mesa permanente de negociação, essa tem sido a fala para todas as categorias, mas não conseguiu responder às medidas, mesmo que paliativas. Por exemplo, eles conquistaram o direito no plano de carreira, mas o plano de carreira, se ele não se desenvolve ano a ano, se ele não garante a equiparação salarial ano a ano, desvalorizando o conjunto da carreira, então essa não é uma negociação favorável. Houve uma importante medida que foi o concurso público, porque existem muitos professores que precisam se aposentar e não conseguem se aposentar. Tem muitos professores que precisam ascender. E aí foi necessário fazer concurso público, houve uma garantia de concurso ano passado, mas ele foi aquém da demanda necessária na universidade. O governo mente porque tem uma política de reajuste zero. Para o conjunto do funcionalismo público do estado do Pará. A desvalorização na UEPA é ainda maior, porque são professores muito bem formados, muito capacitados, doutores, mestres, que investem na formação docente e na formação desses alunos para garantir qualidade no trabalho deles no mercado de trabalho, mas ganham muito abaixo do que deveriam ganhar. Eles não querem ganhar mais do que ganha um professor da educação básica, mas o problema é que eles ganham bem menos no piso salarial, na remuneração, então isso tem sido um desgaste para os professores universitários afinal, eles formam os professores que estão nas escolas, tanto na SEMEC quanto na SEDUC, e quando um professor da UEPA encontra seus ex-alunos professores na educação básica, se deparam com uma desvalorização muito grande. Então, esse é o motivo da greve, esse realinhamento salarial, essa valorização salarial” lamenta a Vereadora Professora Sílvia Letícia.

Imagem: Info. Revolução

Enquanto o impasse persiste, a greve dos professores da UEPA continua sendo um tema central na pauta política e educacional do Pará, ressaltando a necessidade de um diálogo efetivo e ações concretas para atender às justas reivindicações da categoria e assegurar a qualidade da educação pública.



Texto e imagens: Equipe Mandato Coletivo/info.revolução


40 visualizações0 comentário

Comments

Rated 0 out of 5 stars.
No ratings yet

Add a rating
bottom of page