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Informação Completa

TERRITÓRIOS E FLORESTAS NÃO SÃO MERCADORIAS!


Imagem: Info.Revolução

No início da noite desta sexta-feira (19), o Mandato Coletivo da Vereadora Professora Silvia Letícia fez uma intervenção na Semana dos Povos Indígenas que está acontecendo no Hangar em Belém do Pará.

"Fomos conversar, fazer um corpo-a-corpo com as pessoas, com as comunidades, as etnias. Um trabalho de conscientização. A entrega desse material é importante, pois a questão indígena é uma questão fundamental para a sociedade, que tem base imaterial, a qual é a base da terra, e que a gente precisa respeitar os povos originários. Então, nesse sentido, todas as organizações, os trabalhadores devem se solidarizar com a luta dos povos indígenas por terra e pelo direito de existir enquanto ancestralidade de todo esse povo brasileiro. Lembremos também que esse país não é um país descoberto, ele é um país invadido. Um país invadido para saquear, para garantir que os imperialismos ao nível mundial, em especial o português, o inglês, o francês e o espanhol, pudessem garantir ali os seus privilégios de mundo antigo, de europeidade. Então, passados aí os mais de 500 anos de invasão do nosso país, infelizmente, nós temos essa ferida aberta na história, que sangra todo o povo brasileiro, em especial os povos originários, expulsos das suas terras, expulsos dos seus locais de vivência, para atender ao agronegócio, para atender à mineração, para atender todo tipo de espólio que só serve a uma classe, sendo a classe dominante, a burguesia, é o capitalismo. Solidariedade aos povos indígenas", disse a Co-vereadora Karina Lopes.

Imagem: Info.Revolução

O Governo do Estado promove a "Semana dos Povos Indígenas", na tentativa de camuflar a sua política de ataques às comunidades originárias e tradicionais do Pará. O agronegócio avança sobre os territórios indígenas e, segundo relatórios da Comissão Pastoral da Terra - CPT, o Pará é o protagonista nos conflitos agrários, sendo os povos indígenas as principais vítimas.


Imagem: Info.Revolução

Projetos como a Ferrogrão, a Avenida Liberdade, a exploração do petróleo na Margem Equatorial, a refinaria de ouro em Belém, a derrocada do Pedral do Lourenço, além das péssimas condições de trabalho dos servidores da área ambiental, denunciam a política anti ambiental e anti indígena do governo do estado, impactando diversos povos e Unidades de Conservação, sem respeitar os protocolos de consulta prévia às comunidades, ameaçando territórios, rios, florestas e a biodiversidade Amazônica.


Imagem: Info.Revolução

Essa política é uma agressão aos povos originários e comunidades tradicionais paraenses, favorecendo o agronegócio para vender nossas riquezas e a soberania popular na Amazônia. Não adianta fazer "Semana dos Povos Indígenas" e governar para o agronegócio, que ataca os povos originários. Hélder Barbalho não é aliado dos indígenas, pois fortalece o grande capital na Amazônia! Somos contra o latifúndio, a garimpagem, o agronegócio, os incêndios florestais e a biopirataria!


Imagem: Info.Revolução

Não à ferrovia Ferrogrão, à derrocada do Pedral do Lourenço e à Avenida Liberdade!

Pela defesa da Mãe Terra e dos povos da Amazônia!


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TERRITÓRIOS E FLORESTAS NÃO SÃO MERCADORIAS
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